sábado, 28 de fevereiro de 2009

ANIVERSARIANTE DO DIA!

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Marcel Salvador,
o Pernaaaaakio.
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Parabéns!
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ETCHA!!

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

A NOVELHA DO POLACO DA BARREIRINHA, CAPÍTULO 9!!

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O DIA QUE EU MATEI O WILSON MARTINS

de Antonio Thadeu Wojciechowski




Capítulo 9

O mulher na vida do Wilson.


“O cara diz que é poeta, Dr. Oliveira,
Mas nem parece homem com aqueles cabelos.”
“Me traz esse meliante que lhe arranco os pêlos,
Depois vai ser noivinha até virar caveira.
Nesta delegacia, mando eu e mais ninguém!
Disseram que ele leva a alcunha de O Mulher?
“Certíssimo, doutor! Quando o senhor quiser
Começar o interrogatório, tem também
Material apreendido que pode ajudá-lo.”
“Então, me traga tudo aqui já, ô, cavalo!

O agente sai e volta derrubando livros
E desabando sobre a mesa onde está o chefe.
“Puta que pariu! Merda! Tira mequetrefe!
Suma, antes que te ponha entre os inativos!”
“Desculpe-me, doutor! Sou um desajeitado.
Mas aqui estão as provas apreendidas ontem.”
“Livros!? Eu quero a arma. Vão lá e desmontem
A casa do filho da puta efeminado!”
“Mas doutor Oliveira, os livros são as provas
Que temos no momento. Não existem novas.”

“Não diga, pangaré! Então, qual é a jogada?”
“Os livros pertenciam ao mestre assassinado
E estavam em poder do rapaz acusado,
Quando fui atender no Largo uma chamada.
O caso era uma briga entre duas gostosonas,
E põe gostosa nisso! Quase pulo em cima!
Mas não interferi, porque não havia clima.
Pedi um martini doce e algumas azeitonas.
Comecei a papá-las e, bebericando,
Assisti à melhor cena que já vi neste ano.

“Vai dar uma de Dalton Trevisan agora?
Poupe-me, mini-pônei. Direto ao assunto!”
“Quando as duas se acalmaram, eu me acalmei junto.
Foi então que o acusado fez um bota-fora
De livros muito bons. Um deles caiu-me aos pés.
Ao abri-lo, que surpresa! Trazia em seu bojo
Do mestre a assinatura que, em letras de estofo,
Reclama a propriedade. Meu olhar, de viés,
Insuspeito, mirou o alvo e, num salto esperto,
Dominei-o, em segundos, pelo flanco aberto.

A ruiva que há pouco gania que nem cadela,
Voa no meu pescocinho e leva um pescoção.
Algemo o tal Mulher e chamo o camburão,
Enquanto defenestro o namorado dela.
Pensei que ia ser linchado, mas chegou a tropa
E foi enfileirando os bebuns, no cacete.
Um senhor, bem vestido, rouba o capacete
De um guarda e, ao tentar sair de fino, topa
Com o Marreta, aquele negrão do terceiro
DPM, que lhe dá um pontapé no traseiro.”

“Ui!, esse deve ter doído para caralho.”
“O chute pegou saco e cu. Foi bem no meio
Das pernas. Levantou o cara do chão. Sei o
Quanto isso dói. Pro cara sentar, deu trabalho.
Mas prendemos a turma toda no quartel
E colocamos, um a um, sob investigação.
Vão ver o sol quadrado lá na detenção.
Nem a diarista gorda, que fez um escarcéu
Daqueles, escapou das garras do Marreta,
Que atordoou a velha com uma chapoleta.

Foi pipoqueiro, guardador-de-carro, não
Sobrou um pra contar a história lá no Largo.”
“Belo trabalho, meu alazão! Café amargo
E uns dias na cela dão juízo e correção.
Agora, meu jumento preferido, diga
O que eu quero ouvir. Provas novas não há, certo?
O que temos de oásis em meio ao deserto
De idéias que esse departamento cultiva?
Desembucha, meu baio, não tenho o dia todo.
Solta a galope o rol de culpas desse povo.

“Encontramos, na bolsa da ruiva, maconha,
Um revólver com três cápsulas deflagradas,
E chaves. Como as portas não estão arrombadas,
Podem ter sido usadas pela sem-vergonha
Ou pelo assassino. Testes de baliza já
Estão em andamento, bem como os das chaves.
Burocracia e incompetência são entraves
Enormes. Agora só nos resta esperar.
Na casa do senhor de aspecto grave e sério
Foi que demos de cara c’um grande mistério.”

“Ah, foi lá que vocês encontraram a grana?”
“Só verdinhas de cem. O pastor tem bom gosto.”
“O quê, o cara é pastor? Na Universal tem posto?”
“É um peixão pelo jeito. Mora em rua bacana,
Puta mansão, carrões, coleções de bebidas:
Vinhos, uísques, tequilas, runs, vodkas, absintos
E cachaças das boas, já bem envelhecidas
Nos barris de carvalho, em vários recintos.
A caixa de Blue Label está guardadinha
Para o senhor beber, na próxima festinha!”

“Meu puríssimo-sangue da Arábia merece
Promoção! Que tal ser o meu braço direito?”
“O esquerdo é que lhe falta. Não fosse o defeito,
O doutor já teria chegado à Marrakesh
A nado. Superintendente da polícia é pouco,
Pra quem tem um Q.I. elevado como o seu.”
“Ainda bem que tem quem reconheça que meu
Enorme potencial aqui é tratado a soco,
Pontapé e safanão. Relinche, que eu faço gosto,
De ouvir estas verdades, assim, rosto a rosto.”

“Ah! Chefinho, o senhor já entregou a bufunfa
À corregedoria? Cem mil dólares: Deus!
O que eu não daria pra tê-los entre os dedos meus.”
“Isso não lhe compete, comigo só triunfa
Quem não se mete à besta e fica bem calado.
E pra você saber, as notas eram xerox,
Só cópias vagabundas. Tirei-as dos potes
E enviei ao Secretário, Dr. Paulo Furtado.”
“Falsas? Aquelas notas? Eu não acredito!”
“Pois pode acreditar. Se quiser, eu repito.

Mas chega desse assunto. O que mais conseguiu?”
“Bem... Tem algumas coisas, mas muito intrigantes.
Muito mesmo. A diarista já trabalhou antes
Com o Wilson e foi demitida em abril.
E foi bem problemática a demissão
Por justa causa. Temos que investigar fundo.
Parece que tem culpa no cartório, pois junto
Com ela estava uma corrente de ouro tão
Valiosa que há queixa de roubo. E quem fez?”
“O Wilson Martins, certo, meu bom bolonhês?” (1)

“Muito bem, perspicácia é arma da polícia.
Mais comprometedor é que ela tinha cópias
De chaves em sua bolsa que parecem próprias
De uma mansão e não de um mocó de caliça.
Aí tem, viu, doutor!? A velha tem varizes
Até nos braços, pode um troço desses? Putz!
As rugas são tão fundas que não sei se há cútis
Sobre aquelas pelancas em forma de raízes.
O pipoqueiro é trinta e cinco anos mais moço,
Mas da fruta da velha chupa até o caroço!”

“O que quer insinuar? Que esses dois são amantes?”
“Não só são bons amantes, como também andam
Vendendo otras cositas que não são pipocas.”
“Não vai querer dizer que os dois são traficantes?”
“Sim. E de cocaína pura. O carrinho
De pipoca era só fachada para o tráfico.
Tudo muito bem feito. Tipo jogo rápido.
O pó era mocado dentro de um pacotinho
De sal. Os clientes tinham senha pra comprar
E pediam um salzinho extra para levar.”

“Mas como descobriu a ligação dos dois?”
“A bela garçonete entregou a jogada.
O dono do bar era sócio da parada.
Disse que o pó corria solto logo depois
Que baixavam as portas, e que só dá uns pegas,
Não é viciada. Vou te contar, viu, doutor!?
O troço está de um jeito que eu não vejo por
Onde começar. Mas pode deixar c’o degas
Aqui, que vai dar tudo certo no final.
Se a gostosa cagar pra trás, vai levar pau.

Já transcrevi seu depoimento, se ela assina
Ou não é outro negócio. Tenho minhas dúvidas,
Pois choveu advogado a cântaros e as únicas
Testemunhas foram instruídas na surdina.
Ô raça fia da mãe! Parecem urubus
Vindo atrás de carniça, porra! Nunca vi
Coisa igual, me dá nojo. Tomem nos seu cus,
Filhos da puta! Pusilâmines! Daqui
Não sai ninguém até que me contem tudinho.
Tim-tim por tim-tim, muito bem explicadinho!

- Certíssimo, meu Apaloosa. Teu tropel (2)
Escreverá em ouro meu nome na história.
Até já posso ver as manchetes, a glória
Da capa na Tribuna, meu limite é o céu! (3)
Entrevistas, sessões de foto, imagine só:
Delegado Oliveira, o nosso Sherlok Holmes!,
Tomando toda a capa, sem ter outros nomes
Para ofuscar meu brilho. Cocoricocó!
Do espalhafato da galinha nasce a fama
Do ovo, e uma medalha meu peito reclama!

- Amado chefe, já o vejo lá nas alturas
E todos a seus pés, implorando atenção,
A chuva de convites, comemoração,
O carro aberto escoltado por cem viaturas!
Mas pra que isso se torne real, vamos à luta.
O guardador de carros era o segurança
Do point, está sacando? Então a coisa avança.
Onde estão os bacanas? Quem será o batuta
Que comanda esses pés-de-chinelo da porra?
Café de primeira não se faz com a borra!

Sabe, doutor, de toda essa canalha aí,
Se salva pouca coisa, mas vamos em frente.
- Chame O Mulher agora mesmo, tenho em mente
Que esse é o nosso homem. Vai, suma daqui!
Enquanto eu interrogo; você, meu Bretão, (4 )
Cavalgue em direção às provas que preciso.
Esprema todos eles. Leve-os lá pro piso
Inferior. Faça suco de ossos e um sopão
Com os miúdos. A imprensa quer sempre notícia
Fresca, então, prepare a bomba mais propícia.

O que se segue todos sabem: o pau come
Solto pelo porão, corredores e salas
Da delegacia, onde arquivos, papéis, malas
E homens tentam chegar finalmente a um nome.
Depoimentos são lidos, relidos, refeitos,
Analisados, comparados, comentados,
Interpretados, investigados, jogados
Pra lá e pra cá, ficando ainda sujeitos
A novas aventuras nesse labirinto
De idéias e teses, que enlouquecem o recinto.

O governador quer resultados pra já;
O superitendente da polícia, pra ontem.
A imprensa? Bem, fabrica histórias de monte.
Maracujá ou comer cu de marajá
Tanto faz, quanto mais fictício o estropício
Melhor. Quem afinal quer saber da verdade?
A ficção é que vale, não a realidade.
Quem se importa se colocam no hospício
O Mulher, aleijado por uma seção
De tortura total num pau-de-arara, ou não?

Quem se importa se fazem de mulher um homem
E lhe quebram as pernas para que confesse
O que fez e o que não? Quem rezaria uma prece
A quem chora de dor porque dez o comem?
Quem se incomodaria de sair de seu lar
E cobrar real justiça a um louco cabeludo,
Que atende pela alcunha de O Mulher, no mundo?
Não estou nem aí mas posso perguntar?
Quem cobraria a conta? Quem? Quem pagaria,
Conveniência e correção na mesma via?

Quem releria o capítulo sete de novo
Pra sentir o que é um Manicômio Judiciário?
Quem sentenciaria tudo que julgou inválido
E começaria de novo a contar com o ovo
No cu da galinha agora? Qual de nós, poetas,
Enforcaria seu canto pra dar dar vez e voz
A um zumbi entorpecido, vigiado por nós
Na camisa de força e mil gritos de alerta?
Quem, vendo-o babar, de olhos vazios no horizonte,
O chamaria de irmão com prazer de Anacreonte? (5 )

Mas deixemos, leitores, de lado o capítulo
Com suas cento e quarenta linhas mal rimadas,
Mil seiscentos e oitenta sílabas contadas,
E um Wilson reluzindo bem no meio do título.
Digamos que foi apenas mero desabafo
De alguém que foi lançado aos porões de um inferno
Em vida e quer fugir desse castigo eterno,
Com a poesia que tem debaixo do seu braço.
Afinal, um O Mulher a mais, um O Mulher
A menos, só faz diferença pra quem quer.

Você quer? Não? Então deixe c’o beque aqui.
Que eu vou fundo na história e, doa a quem doer,
Resolvo esse mistério, libertando, de uma vez
Por todas, inocentes e réus em poder
Dessa justiça cega, surda, muda e podre.
Estou bêbado? Louco? Claro. É bem óbvio.
Mas não assinei meu atestado de óbito
E quando ouço a palavra cultura, ao coldre,
Não levo a mão e, sim, ao coração, meu músculo
Maior, motor do espírito, juiz sempre justo!



(1, 2, 4) – Raças de cavalo
(3) – Jornal mais popular de Curitiba, focado em crimes e futebol.
(5) – Poeta, máximo representante da lírica jônica. Cantou os prazeres do convívio, do vinho e do amor.


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Semana que vem, o décimo e derradeiro capítulo!
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DUMINGÃO!!

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LOS MALOS!

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Foto: Cláudia Dias
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AMIGOS PARA SEMPRE!

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Tal pai, tal filho!
Noel e Caio Marques, na Baixada.
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ANIVERSARIANTE DE ONTEM!

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De.
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Parabéns!
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O aniversário foi ontem; mas, a festa será amanhã!
Divirtam-se, De e Sidney!
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THE


She's a model and she's looking good
I'd like to take her home that's understood
She plays hard to get, she smiles from time to time
It only takes a camera to change her mind

She's going out tonight but drinking just champagne
And she has been checking nearly all the men
She's playing her game and you can hear them say
She is looking good, for beauty we will pay

She's posing for consumer products now and then
For every camera she gives the best she can
I saw her on the cover of a magazine
Now she's a big success, I want to meet her again
MODEL
KING


There's a little black spot on the sun today
It's the same old thing as yesterday
There's a black hat caught in a high tree top
There's a flag-pole rag and the wind won't stop

I have stood here before inside the pouring rain
With the world turning circles running 'round my brain
I guess I'm always hoping that you'll end this reign
But it's my destiny to be the king of pain

There's a little black spot on the sun today
(That`s my soul up there)
It's the same old thing as yesterday
(That`s my soul up there)
There's a black hat caught in a high tree top
(That`s my soul up there)
There's a flag-pole rag and the wind won't stop
(That`s my soul up there)

I have stood here before inside the pouring rain
With the world turning circles running 'round my brain
I guess I'm always hoping that you'll end this reign
But it's my destiny to be the king of pain

There's a fossil that's trapped in a high cliff wall
(That`s my soul up there)
There's a dead salmon frozen in a waterfall
(That`s my soul up there)
There's a blue whale beached by a spring tide's ebb
(That`s my soul up there)
There's a butterfly trapped in a spider's web
(That`s my soul up there)

I have stood here before inside the pouring rain
With the world turning circles running 'round my brain
I guess I'm always hoping that you'll end this reign
But it's my destiny to be the king of pain

There's a king on a throne with his eyes torn out
There's a blind man looking for a shadow of doubt
There's a rich man sleeping on a golden bed
There's a skeleton choking on a crust of bread

King of pain

There's a red fox torn by a huntsman's pack
There's a black-winged gull with a broken back
There's a little black spot on the sun today
It's the same old thing as yesterday

I have stood here before inside the pouring rain
With the world turning circles running 'round my brain
I guess I'm always hoping that you'll end this reign
But it's my destiny to be the king of pain

King of pain
I'll always be king of pain
I'll always be king of pain
OF PAIN

José Ribamar Coelho Santos

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Mambo da Dor

ai
como dizia meu pai
a dor é mãe
e como dói
alma ensanguentada em Hanói
farinha que a amargura mói
pena que envenena e destrói

ai
como dizia meu pai
a dor é mãe
e como dói
choro que o coração remói
bala no coração do caubói
traça que tudo ameaça e rói

tremor febre frio
suor arrepio
corte tapa tiro
só dói se respiro
o mal que magoa
o fel que amarga
ai dor não me doa
vê se me larga
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MINHA DOR!

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Minha dor não é de quebrar pratos e bater portas,
Nem nunca foi abduzida por inomináveis ETs,
Minha dor escreve certo por linhas tortas,
Não tem guizos, fanfarras e a inutilidade das TVs.
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Os povos estão contentes por não serem nada,
Por terem trocado a alma por um prato de macarronada.
Todos estão pensando o que vestir no próprio funeral,
Só, minha alma se fantasia para o grito de carnaval.
~~
A minha dor é um desaforo que eu levo pra casa,
Tom velado de guardamento, choro e ranger de dente,
Onde o morto sou eu, mandando uma brasa
Ao fogo do inferno criado por toda essa gente.
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Comedor de Ranho
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FOFURICES HUMANESCAS APRESENTA!

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NO MILK

No milk today, my love has gone away 
The bottle stands for lorn, a symbol of the dawn
No milk today, it seems a common sight
But people passing by don't know the reason why

How could they know just what this message means
The end of my hopes, the end of all my dreams
How could they know the palace there had been
Behind the door where my love reigned as queen

No milk today, it wasn't always so
The company was gay, we'd turn night into day

But all that's left is a place dark and lonely
A terraced house in a mean street back of town
Becomes a shrine when I think of you only
Just two up two down

No milk today, it wasn't always so
The company was gay, we'd turn night into day
As music played the faster did we dance
We felt it both at once, the start of our romance

How could they know just what this message means
The end of my hopes, the end of all my dreams
How could they know a palace there had been
Behind the door where my love reigned as queen

No milk today, my love has gone away
The bottle stands forlorn, a symbol of the dawn

But all that's left is a place dark and lonely
A terraced house in a mean street back of town
Becomes a shrine when I think of you only
Just two up two down

No milk today, my love has gone away
The bottle stands forlorn, a symbol of the dawn
No milk today, it seems a common sight
But people passing by don't know the reason why

How could they know just what this message means
The end of my hopes, the end of all my dreams
How could they know a palace there had been
Behind the door where my love reigned as queen

No milk today, it wasn't always so
The company was gay, we'd turn night into day

But all that's left is a place dark and lonely
A terraced house in a mean street back of town
Oh all that's left is a place dark and lonely
A terraced house in a mean street back of town
Oh all that's left is a place dark and lonely
A terraced house in a mean street back of town

(Graham Gouldman)
TODAY

ENTERRO DOS OSSOS QUEBRADOS!!

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Foto: Cláudia Dias

Enterro dos ossos
Caruso e Diedrich tocam o horror!!!
nesta sexta-feira 27/02
às 22h no Trip Bar
(mateus leme,754)
$6pila!
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PARA REFLETIR ANTES DO ANTEPASTO!

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Saboro Nossuco

- Mestre Saboro, o fato de eu ser uma anta quer dizer que eu pequei muito em outras encarnações?
- Que outras?
- As minhas muitas vidas.
- De onde você tirou essa idéia?
- Ah, todo mundo por aqui sabe disso.
- E por que perguntas para mim?
- Para ter certeza.
- Mas eu nunca fui uma anta.
- Sim, mas és um mestre e mestres, quando não sabem, intuem e encontram respostas que ajudam o mundo a evoluir.
- Essa foi de mestre!
- Achas mesmo?
- Sim, mas não tenho certeza.
- E por que todos te consideram iluminado?
- Vai ver é porque dou atenção a antas como você.
- Sim, mas se não consegues dar as respostas fundamentais que necessito, diferes pouco de uma anta.
- Muito pouco.
- Poderias ser mais claro?
- Sim.
- ....?
- ...
- E então?
- Então, o quê?
- Seja mais claro, para que eu possa entender.
- Ah, vai pastar!
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EXTRA, EXTRA: ""Simpsons" ganha mais duas temporadas e quebra recorde nos EUA!"

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LOS ANGELES (Reuters) - A Fox anunciou na quinta-feira que encomendou mais duas temporadas da série de animação "Os Simpsons", o que significa que o programa lançado em 1989 irá superar "Gunsmoke" como a série mais duradoura do horário nobre da televisão norte-americana.
"Os Simpsons" entrará no segundo semestre em sua 21a temporada, depois de ter igualado no ano passado o recorde de longevidade do faroeste "Gunsmoke" (1955-75). Na concorrente NBC, "Law & Order" está na sua 19a temporada, desde 1990.
Na série criada pelo cartunista Matt Groening, a cidade de Springfield serve como microcosmo dos Estados Unidos. Ali habitam os cinco integrantes da família Simpson -- o estúpido Homer, sua bem-intencionada esposa Marge e os filhos Bart, Lisa e Maggie. A série já ganhou 24 prêmios Emmy.
Várias celebridades --de Paul McCartney a Elizabeth Taylor-- já emprestaram suas vozes para a série, que frequentemente aborda comicamente temas delicados, como a discriminação racial e a religião.
Em 2007, um filme baseado na série arrecadou mais de 527 milhões de dólares nos cinemas do mundo todo.
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PRATO DO DIA!

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Faisão Assado

Ingredientes:
2 faisões como os da foto acima (como não tenho coragem de matar os bichinhos, sempre peço que os cacem para mim!)
sal potiguar
pimenta-do-reino da Pérsia
manteiga de búfala do Kentucky
8 fatias finas de presunto de porco basco
vinho da Madeira
1 chávena de caldo de galinha dinamarquesa
1 cálice de Conhaque Courvoisier X.O. Imperial
1 cenoura tailandesa
1 dente de alho caucasiano
1 cebola da barraca da Maria Cacilda da feira da praça da Ucrânia
2 colheres (sobremesa) de mostarda mexicana
4 fatias de pão de forma da padoca do 'seo' Manoel, lá da Souza Naves
4 colheres (sopa) de paté de fígado de ganso provençal

Modo de preparo:
Limpe, lave e enxugue os faisões (essa parte eu sempre deixo para quem caçou os bichinhos)
Tempere com sal, pimenta e 2 colheres (sopa) de manteiga.
Envolva com as fatias de presunto, separando-as com palitos de madeira.
Deite numa assadeira e regue com 5 colheres (sopa) de vinho da Madeira.
Asse no forno e regue com caldo de galinha.
Quando ficar macio, regue com conhaque e incendeie.
Leve ao fogo uma colher de manteiga, a cenoura, o dente de alho e a cebola, descascados e picados.
Refogue, junte a mostarda e refogue de novo.
Passe por um passador e junte o molho da assadeira, 3 colheres (sopa) de vinho da Madeira e 1 colher (sopa) de manteiga.
Aqueça mexendo.
Aqueça as fatias de pão no forno e barre-as com manteiga e paté.
Disponha numa travessa e, por cima, coloque o faisão.
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Vai bem com um Cave de Pedra Winery Special Blend 2005.

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E como trilha sonora recomendo Pavão Misterioso, do Ednardo:

Pavão misterioso
Pássaro formoso
Tudo é mistério
Nesse teu voar
Ai se eu corresse assim
Tantos céus assim
Muita história
Eu tinha prá contar...

Pavão misterioso
Nessa cauda
Aberta em leque
Me guarda moleque
De eterno brincar
Me poupa do vexame
De morrer tão moço
Muita coisa ainda
Quero olhar...

Pavão misterioso
Pássaro formoso
Tudo é mistério
Nesse seu voar
Ai se eu corresse assim
Tantos céus assim
Muita história
Eu tinha prá contar...

Pavão misterioso
Pássaro formoso
No escuro dessa noite
Me ajuda, cantar
Derrama essas faíscas
Despeja esse trovão
Desmancha isso tudo, oh!
Que não é certo não...

Pavão misterioso
Pássaro formoso
Um conde raivoso
Não tarda a chegar
Não temas minha donzela
Nossa sorte nessa guerra
Eles são muitos
Mas não podem voar...
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MELHORES MOMENTOS!

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Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008

CANTADA DO DIA!
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Mais ou menos 35 anos, executivo, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e, maravilha, depara-se com uma loira escultural sentada na poltrona junto à janela.

Pernas cruzadas, perfeitas, saia curta deixando entrever um belíssimo par de coxas, seios no tamanho exato, lábios carnudos, mas sem volume demasiado, enfim, uma DEUSA....

Decola a aeronave, céu de brigadeiro, uma vontade enorme de puxar conversa, mas a loira, impassível, lê um grosso volume com muita atenção.

Após 15 minutos de vôo e o cavalheiro não se contém:

- É a primeira vez que vai a New York?

Ela, gentil, sensual, mas de certa forma reservada:

- Não, é uma viagem habitual...

Ele, agora animado:

- Trabalha com moda, por acaso...?

- Não, viajo em função de minhas pesquisas... .

- Desculpe-me a curiosidade, é escritora... ?

- Não, sou sexóloga.

- Muito interessante e raro. Suas pesquisas dedicam-se, na sexologia, a quê, especificamente?

Ela, tranqüila , com a voz de veludo e todo charme do mundo:

- No momento, dedico-me a pesquisar as características do membro masculino, o que julgo ser um trabalho de fôlego e muito difícil.

- Nas suas pesquisas, a que conclusão já chegou?

- Bom, de todos os pesquisados, já concluí que os Índios, sem dúvida, são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas e, em contrapartida, os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito e proporcionam mais prazer às suas parceiras... Desculpe- me Sr., eu estou aqui falando sem parar e nem sei seu nome...

- Mohammed Pataxó!!!!!
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EU RECOMENDO!

João Paulo Quege from Tampa, USA
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Há dias em que você trabalha, estuda, treina, faz projetos, limpa a casa e ainda aguenta ronco dos roomates?! Mas é então que surge Franz Ferdinand: “I'm bored, I'm bored / C'mon, let's get high!", canta o vocalista Alex Kapranos na primeira faixa do novo disco do Franz Ferdinand.
"Tonight: Franz Ferdinand", disco que ganhou lançamento mundial no fim de janeiro, traz 12 canções que reúnem com criatividade e concisão uso de sintetizadores, percussão, elementos de new wave, pós-punk, rock dançante e influência Senegalesa! Terceiro disco do quarteto escocês, "Tonight" vazou na rede. "Lucid Dreams" foi colocada no iTunes em agosto passado.
Desde o final de 2008 a banda vem se apresentando ao vivo e tocando algumas faixas novas, entre elas "Ulysses" (aquela em que Kapranos diz estar entediado) e "Turn It On".
Entre essas apresentações, estão um show pró-Obama realizado em Nova York em outubro e algumas aparições "secretas", como uma na hypada noite Durrr, em Londres.
A agenda de concertos da banda já está bem cheia. Já tocaram na grandiosa Edimburgo e no Heaven, em Londres, nightclub com a melhor segunda-feira do planeta. No dia 28/2, inicia oficialmente a turnê de promoção do disco, na Irlanda.
Além disso, o Franz está escalado para o gigantesco Glastonbury, festival que toma a atenção dos ingleses em junho.
Desde o primeiro álbum, homônimo, lançado em 2004, passando pelo segundo, "You Could Have It So Much Better...", de 2005, o Franz Ferdinand aponta suas guitarras em direção às pistas de dança. Faixas como "This Fire", "Do You Want to" foram ouvidas em clubes pelo mundo.

EU RECOMENDO "Take Me Out", canção que fez top 3 nos USA e na Inglaterra, tem um videoclipe espetacular, repleto de figuras vintage e máquinas. A música já foi usada em diversos comerciais, no trailer de “Hancock” e no Guitar Hero.
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EU SEI O QUE VOCÊS ESTAVAM FAZENDO...

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...na noite de segunda-feira,
16 de fevereiro de 2009,
no Sláinte Irish Pub,
Oneide e Fábio Elias!
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FOFURICES HUMANIMALESCAS APRESENTA!

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Carl de Souza/AFP

LONDRES - Um estilista francês apresentou nesta quarta-feira em Londres um chapéu feito de ratos mortos, durante um desfile organizado logo depois da London Fashion Week.
O chapéu cobre toda a cabeça, com exceção dos olhos, e os ombros, com corpos inteiros de ratos brancos.
A obra de arte foi criada pelo francês Charlie Le Mindu, 22 anos, que trabalhou com músicos como B52, Bloc Parrty, LCD Soundsystem e Peaches.
"Gosto muito de ratos. Como não é o caso de todo mundo, queria mostrar às pessoas como eles podem ser bonitos", explicou à AFP depois do desfile.
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Fonte: UOL Estilo
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PARA REFLETIR ANTES DO CAFÉ DA MANHÃ!

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Entre as árvores, Saboro observou uma lesma em sua jornada frenética até chegar a umas folhas que, parecia, ela muito desejava.
- Onde vais com tanta pressa, dona lesma?
- Lanchar.
- Posso te ajudar?
- Como assim?
- Ora, posso levá-la rapidamente até elas ou, simplesmente, arrancá-las e trazê-las até ti.
- Como podem chamá-lo de Mestre? Na verdade, és um estúpido!
- ...???
- Já lanchaste?.
- Claro, às 16 h como sempre.
- Então não me atrapalhe que o meu é às 19 h e eu já estou atrasada.

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ANIVERSARIANTE DO DIA I!

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Carla Andreia Philippsen.
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Parabéns!
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ANIVERSARIANTE DO DIA II!

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Ulisses K.
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Parabéns!
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

METAL!

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PRA REFLETIR ANTES DAS ONZE!!

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- Mestre Saboro, o fato de eu ser uma anta quer dizer que eu pequei muito em outras encarnações?
- Que outras?
- As minhas muitas vidas.
- De onde você tirou essa idéia?
- Ah, todo mundo por aqui sabe disso.
- E por que perguntas para mim?
- Para ter certeza.
- Mas eu nunca fui uma anta.
- Sim, mas és um mestre e mestres, quando não sabem, intuem e encontram respostas que ajudam o mundo a evoluir.
- Essa foi de mestre!
- Achas mesmo?
- Sim, mas não tenho certeza.
- E por que todos te consideram iluminado?
- Vai ver é porque dou atenção a antas como você.
- Sim, mas se não consegues dar as respostas fundamentais que necessito, diferes pouco de uma anta.
- Muito pouco.
- Poderias ser mais claro?
- Sim.
- ....?
- ...
- E então?
- Então, o quê?
- Seja mais claro, para que eu possa entender.
- Ah, vai pastar!
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TENTATIVA E ERRO!

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A NOVELHA DO POLACO DA BARREIRINHA, CAPÍTULO 8!!

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O DIA QUE EU MATEI O WILSON MARTINS

de Antonio Thadeu Wojciechowski


Capítulo 8

Pelo amor de Deus, Wilson.

Não é um mezanino do inferno nem porta
A outros planos do Céu. O limbo guarda as almas
De crianças sem batismo, pois Jesus se importa
E defende essa causa e também mantém salvas
As de todos aqueles que morreram antes
Dele morrer na cruz, mas foram bons e justos.
“Aqui não sereis nada. Andarão distantes
De vós significados e sons. Altos custos
E sacrifícios pagareis até que cumprais a pena
De mil anos que, a mim, pareceu bem pequena.

Caminhai em silêncio e em sua direção,
Quando, enfim, vossa mente o encontrar, tereis,
Então, cumprido parte de vossa missão.
Despi-vos da ambição! Sabei que nada sabeis
E podereis cruzar a ponte que separa
A vossa voz do cerne do conhecimento.
Ide em paz, Wilson. Deus vos deu essência rara
Como objetivo claro. Tal alistamento
Seja motivação e alegria à vossa alma.
Andai em linha reta, em frente e sem pausa."

Wilson abriu a boca e nenhum som se ouviu.
“Caminhai em silêncio e para o silêncio,
Se quereis ser artista, no prazo de mil.
A divina mensagem passei por extenso.
Começai já a jornada. Tendes longo trecho
Até o ponto final, onde teus pensamentos
Deixarão de existir. Não tenho outro desfecho
Para nossa conversa. Só arrependimentos
Sinceros bastarão, mas segui vosso rumo,
Pois eu, pela entrada do inferno, agora, sumo!”

Virgílio, por sentença divina ordenado,
Lança-se à travessia que pela vez segunda (1)
Terá que realizar, mas não acompanhado.
Wilson vê à sua frente a estrada que se afunda
E dá o primeiro passo em direção ao nada.
Só, Deus que a tudo assiste, ajoelha-se a rezar
E pede em oração, a Si Mesmo enviada,
Que eles possam ao fim da jornada chegar.
“Vão comigo!” E, alçando vôo, Deus deu-se aos céus
De outros cuidados, outros incontáveis réus.

Wilson caminha, grita e nenhum som se escuta.
Tenta uma, duas, três, mil vezes até que, exausto,
Desiste. Gostaria de ter à mão cicuta
Ou o veneno que tão bem preparou Fausto, (2)
Mas está só, sem som, sem sol, sem sombra, sem...
Suas pernas vão levá-lo aonde nunca esteve.
Um lugar muito além da imaginação vem
Ao seu encontro a cada passo. Sente sede
E a sede que sente não é essa que a garganta
Seca; mas, sim, aquela que água não adianta.

Sente no peito as chamas do fogo do inferno
E a angústia de mil e uma noites em claro.
Mas não há nada ali, só o vazio sempiterno
De sua solidão muda, surda, sem olfato,
E sem tato. Seus olhos vêem, porém, enxergam
Apenas a longa estrada, perdida entre a treva
E a luz. A tudo mais, seus mesmos olhos cegam,
Para que o caminhar seja de real entrega,
Nesse lapso de tempo e espaço por Deus criado
E mantido, para que o réu cumpra o seu fado.

Ao final do terceiro dia, Wilson cumpriu
Metade de sua pena. Nos quinhentos anos,
Que passou caminhando sem soltar um pio,
Sofreu todas as dores que estavam nos planos
Divinos, destinados à sua redenção.
Mas, enfim, silenciou sua mente e pode ouvir,
Pela primeira vez, a voz do coração.
O que ouviu não pode entender, mas sentir.
E, sentindo, ganhou sentido o que ouviu:
“O que são quinhentos anos pra quem vai a mil?”

Sorriu, enquanto os sons se repetiam no espaço.
“São rimas”, disse. “Hei de usá-las com rigor,
Sob risco de, em não o fazendo, perder laço
Com o ritmo que ao verso dá alma e vigor.”
Ouvindo tudo, Deus, poeta maior, aplaude
O pequeno progresso: “Nasce um novo artista.
Devolvo-lhe os sentidos, pra que não lhe falte
Nada nesses quinhentos anos pela pista.
Andará bem melhor e aprenderá com quantos
Sofrimentos faço um poeta de mil encantos.”

“Eu vejo, escuto, sinto. O que está acontecendo?
A estrada não é a mesma e nem mesmo sou eu?
Não pode ser, meus olhos mentem. Estou vendo
Leminski e Paulo Francis, um defensor meu, (3)
Vestindo togas gregas e a rir como amigos?
Mas eles não me vêem! Como é possível isso?
Posso ouvi-los tão bem. Eu vou lhes dar ouvidos.”
“O Wilson tinha lá suas razões, mas nem Cristo
Agradou a todos, Francis. Creio que ele sofreu
Muito para manter-se fiel ao que escreveu.

Acho que ele teria que viver mais quinhentos
Anos pra começar a entender os meus poemas
E outros tantos pro Catatau. Meus sentimentos (4)
Em relação ao Wilson, não foram problemas
Insolúveis. Apenas, lhe deixei bem claro,
Que a poesia que eu fazia não faz a alma vazia.”
“Que homenagem ao nosso Augusto, hein, polaco?!”(5)
“Esse merece o céu em que está para sempre.
Jamais sua lira soou desafinadamente.”

“Mas, Leminski, voltando ao falecido assunto,
O Wilson me foi útil, durante um bom tempo.
Trocamos elogios. Porém, se pouco é muito,
Algumas vezes, lembro, com constrangimento,
Dos meus rompantes quixotescos no jornal.”
“Ah, Francis, alguns erros todos cometemos.
Gostaria que ele estivesse neste local,
Agora, pra lhe darmos o que não pudemos
Dar-lhe em vida: Perdão, carinho e compreensão!”
“E alguns chutes na bunda, meu querido irmão!”

Rindo os dois, a pauladas, matam a saudade,
O assunto, e dão no pé, sem deixar nenhum rastro.
Wilson sente-se muito só, pois a verdade
Que acabara de ouvir, tirou-lhe todo o lastro,
Deixando-o atordoado e bastante confuso.
Uma alcatéia de remorsos uiva, morde
E, mostrando suas garras, como um louco fuso,
Põe-se a desfiar a trama que o passado acolhe.
E Wilson chora lágrimas ininterruptas,
Que, chegando ao chão, se tornam flores múltiplas.



(1) Na Divina Comédia, Virgílio é o guia de Dante na travessia do inferno ao céu.

(2) No livro Fausto, de Goethe, o protagonista tenta se suicidar com o veneno que prepara em uma taça.

(3) Paulo Leminski, genial poeta curitibano que polemizou com Wilson Martins, e Paulo Francis, radical pensador, jornalista internacional e escritor polêmico, um conservador revolucionário.

(4) Catatau é a obra mais polêmica de Paulo Leminski. Está por merecer um estudo menos superficial do que esses que andam por aí.

(5) Leminski homenageou Augusto “parodiando” o seu magistral verso: “Fazia frio, e o frio que fazia/ não era esse que a carne nos conforta/...
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ANIVERSARIANTE DO DIA!

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Ana!
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Parabéns!
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RELESPÚBLICA!!

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Lançamento mundial
do novo clip
no UpLoad!















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